Três retratos : Salazar, Cunhal, Soares

É um bom livro, cheio de detalhes interessantes e com um bom paralelismo entre os três. Infelizmente, as ideias do livro repetem-se em demasia. Há páginas inteiras onde nada se desenvolve. A certa altura até começa a parcer que estamos a ler uma coisa que já lemos.